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Garantia de motor diesel: como ler o cartão e o que guardar
Como ler um cartão de garantia de motor ou peça diesel, como o da DCEC de 6 meses ou 20.000 km, e quais notas, fotos e registros guardar para acionar depois.

Quem compra motor ou peça diesel recebe, junto com a nota, um cartão ou termo de garantia. Na hora da compra ele vai para a gaveta. Meses depois, quando aparece um defeito, a garantia só funciona se houver como provar quando o motor foi instalado, quanto rodou e como foi mantido. Este guia mostra como ler o cartão e o que guardar desde o primeiro dia. Para o caminho da compra em si, da identificação do motor ao frete, veja o checklist de compra com envio.
O que um cartão de garantia DCEC informa
Um exemplo real ajuda. Num post sobre um motor ISL 8.9 parcial, a Comafe Auto Peças mostrou um cartão de garantia DCEC que informa 6 meses ou 20.000 km e peças 100% novas.
Esses dois dados já dizem bastante:
- Há dois limites, um de tempo e outro de quilometragem. A leitura comum de “ou” é que vale o que acontecer primeiro, mas confirme isso por escrito com o vendedor. Para um caminhão que roda muito, o limite de quilometragem pode chegar bem antes dos 6 meses; para uma máquina parada boa parte do ano, o prazo em meses tende a pesar mais.
- O cartão diz que as peças são 100% novas. Se a oferta que você está comparando for de motor retificado ou revisado, pergunte o que a garantia cobre e por quanto tempo.
O que perguntar quando o cartão não responde
Cartão de garantia costuma ser curto. Antes de pagar, peça ao vendedor que responda por escrito, no orçamento ou no mesmo canal da negociação:
- a partir de quando o prazo conta: da data da nota fiscal, da entrega ou da instalação;
- o que está coberto: só a peça, ou também mão de obra de remoção e reinstalação;
- como acionar a distância: para quem enviar as fotos, onde o motor ou a peça é analisado e quem paga o frete de ida e volta;
- o que faz a garantia cair: instalação por oficina não qualificada, óleo fora da especificação, revisão atrasada, motor aberto antes da análise.
Uma resposta por escrito vale mais que uma promessa por telefone, porque ela vai junto com os outros documentos se houver reclamação.
Registre o ponto de partida no dia da instalação
Como a garantia tem limite de quilometragem, o número que importa é o do hodômetro no dia em que o motor entrou no veículo. Sem esse registro, fica difícil provar quanto ele rodou até o defeito.
No dia da instalação, anote ou fotografe:
- o hodômetro do veículo, ou o horímetro no caso de máquina;
- a plaqueta do motor instalado, com o número de série legível;
- a data e o nome da oficina que fez o serviço.
Peça para a oficina escrever a quilometragem na nota do serviço. Assim o registro fica num documento de terceiro, além da sua foto.
O que guardar até o fim da garantia
Junte tudo numa pasta, física ou digital, e não descarte nada até o prazo e a quilometragem terem passado:
- nota fiscal da compra, com o modelo e o número de série do motor ou o código da peça;
- cartão ou termo de garantia, e a resposta por escrito às perguntas acima;
- nota do serviço de instalação, com data, quilometragem e oficina;
- notas de óleo, filtros e revisões feitas no período, com a quilometragem de cada troca;
- fotos do motor na chegada, da plaqueta e do hodômetro no dia da instalação;
- conversas com o vendedor, salvas a partir do canal oficial da empresa.
As notas de manutenção são o que mostra que o motor foi cuidado dentro do que o fabricante pede. Se o vendedor questionar o óleo usado ou o intervalo de troca, são elas que respondem.
Quando aparecer o defeito
Fale com o vendedor antes de mandar abrir o motor. A análise de garantia normalmente depende de ver a peça como ela falhou; uma desmontagem por conta própria pode atrapalhar essa avaliação. Mande fotos, a quilometragem atual e a pasta de documentos, e peça o procedimento por escrito.
Use sempre o canal oficial da empresa. A própria Comafe publicou um alerta sobre golpes com perfis e contatos falsos usando o nome dela, e avisou que não faz vendas por perfis pessoais nem pede pagamento fora dos canais oficiais. O mesmo cuidado vale para frete de garantia ou qualquer cobrança no pós-venda.
A Comafe e a linha DCEC
A Comafe Auto Peças, parceira deste guia, trabalha com a linha completa DCEC Cummins. Em post sobre o motor ISF 2.8, a empresa lista produtos 100% novos, garantia e procedência asseguradas e suporte pós-compra. Também anunciou a chegada de óleos Valvoline homologados pela Cummins.
A matriz fica em Londrina-PR e a filial em Campinas-SP. Como informa um post da Comafe, a empresa envia para todo o Brasil e tem retirada em Londrina/PR e Campinas/SP. Na coleta do Google Maps de 5 de novembro de 2026, a Comafe aparece em 1º lugar no ranking nacional, com nota 3,9 no Google e 60 avaliações. Endereços e contatos estão na ficha da Comafe.
Na mesma coleta, 916 lojas passaram nos filtros (mínimo de 10 avaliações, sem peças usadas) e 26 entraram no ranking. Para comparar outros fornecedores antes de comprar, veja o ranking completo e a metodologia usada para calcular as notas.
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